
quarta-feira, 11 de março de 2009
Ai, essa saudade!

terça-feira, 10 de março de 2009
" DEFINIÇÕES
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado. Não... Amor é um exagero... também não.Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação, Esse negócio de amor, não sei explicar. "
Mario Prata
domingo, 10 de agosto de 2008
Rap ganha novos espaços sem deixar de ser rua

O movimento é o mesmo, não perdeu a essência. Rap, break e graffit agora têm local fixo e hora marcada, seja na Welcome To Hip Hop, na Jam Black Undergroud ou na Batalha de Mc´s da Santa Cruz. Na agenda é só reservar as vésperas de feriado e sábados à noite para ir a duas das festas mais comentadas da cidade ou então à batalha de free style que há dois anos revela talentos.
Conhecido por dar espaço a festas alternativas, o Hotel foi a escolha de Tato Sales Ribeiro, 28, da Jam Black Produções, que fez do berço da bossa nova nos anos 50, reduto para quem aprecia o bom underground. A produtora que começou em 2004 já levou ao Cambridge Paula Lima, Kl Jay e Dj Premier, “Minha intenção era atender a um público que sentia falta de espaços que tocassem música negra alternativa, como havia nos anos 90”, disse Tato que reúne cerca de mil pessoas por festa.
As roupas largas e coloridas foram substituídas por um estilo que mistura o gangster ao esportivo, mas a atitude continua a mesma. “Rua, é quem faz o rap por amor, por coração, quem faz porque sabe que existe boa música, e que no rap existe boa música. Rua define tudo que gosto e levo como vida” define P.R. um dos idealizadores do Afrika Kidz.
Não mais visto como coisa de favela, o Hip Hop, mostrou o valor de seus elementos. Para Tato “A cena que vivia restrita a rodinhas tem ganhado cada vez mais espaço porque música boa não precisa de rótulo”. Por isso não dá para conter iniciativas como a do AFK, da Rinha dos MC´s ou ignorar o sucesso de festas como as do Zoeira Hip hop, Central Acústica e Copam.
O charme da rua atrai um novo público. Estar em lugares clássicos e tradicionais traz novas oportunidades - Boa parte dos freqüentadores da Batalha a conheceu por freqüentar o shopping que fica do outro lado da rua. Esses novos espaços acrescentam na cultura, não a depreciam e podem vir a se tornar parte de sua história como a saudosa Estação São Bento.
sábado, 3 de maio de 2008
Rolê

Celular tocando, acordo ao som de Cheri Dennis. Do outro lado da linha Pekena, me recrutando para ver um show do Afrika Kidz. Eu penso: dia frio, mas sem chuva, trabalhei a semana toda... Tô dentro!
Duas horas depois tô na catraca da santa cruz esperando a pontualidade em pessoa. Meia hora após o combinado lá estamos eu, Pekena, Lta, Poeta, Salada, Batata e Caio juntando dinheiro. 7 reais! Três vão ao supermercado e o resto fica para ver se chega mais alguém. Logo os meninos voltam com uma garrafa de Doli limão e outra de Pitu.
Munidos de “combustível” descemos até o ponto de ônibus para pegar o Terminal Capelinha – 695 T, com destino ao Céu Casa Blanca. Para complementar 6 saquinhos de amendoim e a descoberta de que o Terminal Capelinha passava na avenida mesmo e correr na rua porque ele passou bem na hora.
Nas palavras do Poeta, agora, no “bus boteco” ainda levaria um bom tempo para chegar ao Céu. Coisa de quem é rua: comer amendoim e tomar pinga com refrigerante no ônibus. Coisa de adolescente. Sem saber direito o caminho, que, aliás, nem o cobrador sabia, o jeito foi dar risada e conhecer melhor esses meninos que fazem free style.
Uma informação errada e descemos um ponto depois, crentes de que tínhamos que ir para o número 1807. Ainda bem que o Batata é um ótimo guia. Após muitos adesivos colados e algumas fotos, chegamos ao número 1087 da Estrada de Itapecerica. Cinco minutos e estávamos, finalmente, no Céu Casa Blanca.
Primeira parada: banheiro, com papel graças a Deus! Depois de aprender alguns macetes sobre papel higiênico e lugares públicos, o problema foi o sumiço dos meninos, perdemos uns 10 min, Pekena e eu, tentando saber de onde vinha aquela música. A ineficiência do guarda que pedimos ajuda me fez forçar a porta do palco umas três vezes. Ai se a gente abre e sai no meio da apresentação...
Todos devidamente cumprimentados vemos a passagem de som e lá estão 10=, Marcelo, Bitrinho, Tuché, Loko, Dan Dan, Slim. O show começa, música é música, não dá para ficar parado. Com shows de Loko da Sul, Tuché, Bitrinho e HadjiSuinara, João Xavi, fomos para ver a batalha e ouvimos ótimos beats e rimas. Mas nada valeu mais a pena que o momento nostalgia em que Dan Dan e Pelé contaram como era a noite quando eles de 32 e 31 anos, respectivamente, tinham a nossa idade.
Show terminado, a crew se junta para ir embora o ônibus agora é o Vila Mariana. No primeiro que passa o motorista pára, não abre a porta e sai, para o desespero de quem o aguardava no frio. Mesmo assim o pessoal ainda tem tempo de deixar sua marca no painel que mostra o itinerário da linha. Todo mundo que passar ali, agora, vai saber qual é o myspace do Bitrinho.
Passados todos os ônibus possíveis pegamos o Vila Mariana. A volta rende ainda mais risadas. O destino é a casa do Julio, mas a noite termina no Andrei, com muitas histórias, beats, rimas e, claro, cerveja.
O triste depois de um bom role é trabalhar no outro dia.
quinta-feira, 27 de março de 2008
Aprendendo
É impossível manter um largo sorriso no rosto quando não se sabe que rumo sua vida vai tomar ou de qual caminho que se perdeu. Os problemas não são a parte difícil, o árduo é retomar tudo da estaca zero e saber que os planos foram por água abaixo.
Desilusão, medo, insegurança e um sentimento derradeiro de perda e nostalgia tomam conta. Os dias tomam para si o tom mais cinza que se possa imaginar.
E essa é só mais uma etapa daquilo que chamam de crescer. Eu to aqui, crescendo...
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Nem tudo são flores e nem todos os caminhos levam ao mesmo lugar. Fecho os olhos e sinto saudade do que já passou, muitos dos meus dias são cinzas. Crescer é bem mais difícil do que imaginei parece até que as coisas doem mais. Ando meio sem rumo tentando acertar o passo. Juro que estou tentando acertar dessa vez.
Conheci pessoas novas, ótimas pessoas,porém doe encarar os erros que cometi e porque tenho medo de errar de novo...não sei ser diferente, não consigo tirar o que me faz mal da cabeça. O passado pesa cada vez mais sobre meus ombros e não tenho força para deixa-lo para trás.
Sou aquela mesma menina, só que tentando fazer as coisas direito. Rezando para dessa vez dar certo. Você disse que eu tinha que crescer e não consegui. agora estou aqui, perdida. Não sei voltar...
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Vida Bandida!
Admito que nunca namorei talvez não tenha muito jeito. Sou ciumenta demais, maluca demais e insegura o bastante para não querer ver o fim daquilo que um dia pensei que fosse para sempre. Abomino a idéia de se "desfazer" de alguém com que se compartilhou uma vida, fico triste só de ver os outros namoros terminando. Ao mesmo tempo zelo pela minha doce e extremamente agradável vida de solteira, não me imagino pedindo permissão para sair a alguém que não seja o meu pai. O problema é que ser jovem e solteiro às vezes cansa e começamos a alimentar a idéia de ter alguém para ligar só porque se está com vontade. Isso me perturba já há algum tempo e lembra o porquê de estar sozinha até hoje: não tenho a menor sorte com os homens! Ainda que comece algo despretensioso sempre arrumo um problema gigante com os meus futuros pretendentes, logo, nem preciso dizer o que acontece quando penso que encontrei o pai dos meus filhos.
Não tenho sorte isso é fato. Pensei em me tornar freira, mas não me encaixo no perfil, mudar de "time" também não me agrada, acabei foi criando uma comunidade no orkut. Isso pode ser karma, maldição, castigo divino, urucubaca, praga, não sei. Só posso dizer que entre mim e os homens há uma grande falha de comunicação ou uma total falta de tato. Tudo que eu queria era curtir sem dor de cabeça, ser finalmente mulher de um homem só e parar de escrever coisas piegas sobre essa minha vida completamente bandida.